Abaré faz atendimento de saúde na região

A expedição, realizada entre os dias 22 a 31 de julho, também contou com o apoio da Universidade Federal do Oeste do Pará e da Prefeitura de Santarém, com apoio da Faculdade São Leopoldo Mandic, de Campinas (SP). Com os mais de dois mil atendimentos desta edição, o resultado do projeto dobrou em relação ao ano passado, quando atendeu mais de mil pessoas em comunidades ribeirinhas do Amazonas. Mais de 500 crianças receberam kits com escova e creme dental e foram instruídas quanto à prevenção da doença cárie e restaurações das cavidades de cárie já presentes foram realizadas preservando os dentes das crianças.

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Os atendimentos foram feitos em várias comunidades ribeirinhas

Professores e alunos dos cursos de odontologia e medicina levaram atendimento básico para 2.258 pessoas das comunidades ribeirinhas de Santarém, que habitam as margens dos rios Tapajós, Arapiuns e Amazonas. A expedição, realizada entre os dias 22 a 31 de julho, também contou com o apoio da Universidade Federal do Oeste do Pará e da Prefeitura de Santarém, com apoio da Faculdade São Leopoldo Mandic, de Campinas (SP).

Com os mais de dois mil atendimentos desta edição, o resultado do projeto dobrou em relação ao ano passado, quando atendeu mais de mil pessoas em comunidades ribeirinhas do Amazonas. Isso também se refletiu na equipe, que foi integrada por quatro dentistas e médicos especialistas em clínica geral, oftalmologia, dermatologia, pediatria e ginecologia, além de equipe de enfermagem. Dezesseis alunos de Medicina e seis alunos de Odontologia também fizeram parte do grupo que prestou assistência à população que tem pouco (em alguns casos nenhum) acesso a esse tipo de recurso básico.

Mais de 500 crianças receberam kits com escova e creme dental e foram instruídas quanto à prevenção da doença cárie e restaurações das cavidades de cárie já presentes foram realizadas preservando os dentes das crianças. Além disso, o atendimento dos adultos foi inovador, pacientes sem dentes foram atendidos e confeccionadas próteses totais (dentaduras) entregues no mesmo dia, o que é muito raro em ações humanitárias.

Também foram realizadas consultas para remover a dor dos pacientes no consultório dentro do barco. “O projeto Barco da Saúde 2018 foi muito bem organizado com grande participação dos alunos e, por isso, integrou de forma brilhante o ensino superior da Odontologia ao atendimento de populações carentes. O resultado não poderia ter sido melhor”, enfatizou a médica Fabiana Mantovani Gomes França.

O barco-hospital Abaré, que navegou nove dias pelos rios do Pará, ofereceu estrutura de atendimento composta por quatro consultórios médicos e um odontológico, além de salas individuais para pequenos procedimentos, como o de coleta de exames, curativos, de observação e suporte básico de vida. Os demais atendimentos foram feitos em escolas e locais disponíveis nas comunidades.

 

 

 

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