Santarém será sede de embarcação do Imetro

A mais nova Unidade Fluvial de Fiscalização do Imetro Pará vai ficar sediada em Santarém, de onde deverá partir em cumprimento das rotas de fiscalização pelos rios em todas as regiões do Estado. O barco é equipado com modernos equipamentos, possui 20 metros de cumprimento e capacidade para 16 tripulantes. A embarcação, avaliada em dois milhões de reais, vai levar para a comunidade ribeirinha os serviços de garantia e de proteção dos direitos do consumidor, bem como a fiscalização dos estabelecimentos comerciais, no que tange à regulamentação metrológica.

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A inauguração da Unidade Fluvial de Fiscalização do Imetro Pará

A mais nova Unidade Fluvial de Fiscalização do Imetro Pará vai ficar sediada em Santarém, de onde deverá partir em cumprimento das rotas de fiscalização pelos rios em todas as regiões do Estado. O barco é equipado com modernos equipamentos, possui 20 metros de cumprimento e capacidade para 16 tripulantes.

A embarcação, avaliada em dois milhões de reais, vai levar para a comunidade ribeirinha os serviços de garantia e de proteção dos direitos do consumidor, bem como a fiscalização dos estabelecimentos comerciais, no que tange à regulamentação metrológica.

“A adulteração no peso dos alimentos é uma das principais fraudes detectadas nas localidades ribeirinhas mais distantes de centros urbanos”, informou o presidente do Imetro Pará, Felipe Coimbra, ao inaugurar a Unidade Fluvial de Fiscalização do órgão, no último dia 18, na Escadinha do Cais do Porto, em Belém.

Felipe Coimbra explicou que há muito tempo as comunidades ribeirinhas vêm solicitando essa providência, pois é grande o número de ocorrência de fraudes nessas regiões, onde “um quilo de farinha pode pesar apenas 700 gramas por causa da adulteração e da falta de fiscalização nos locais de acesso mais restrito”.

O presidente nacional do Inmetro, Carlos Azevedo, destacou a dificuldade dos técnicos em realizar a fiscalização em regiões como a nossa, onde as equipes se deslocam em barcos de linha comercial com uma variedade de equipamentos, muitos deles de composição complexa. Além disso, muitas vezes o horário das viagens não coincidem com o tempo da missão dos técnicos.

“Por isso é fundamental que o Pará tenha sua unidade fluvial, a exemplo do que já acontece em Manaus”, ressaltou o presidente nacional do Inmetro. Segundo ele, o Brasil perde, anualmente, R$ 200 bilhões em impostos de combustíveis por causa de fraudes. Somente em São Paulo são perdidos R$ 10 bilhões.

Estiverem presente na solenidade, além dos presidentes do Inmetro e do Imetro Pará, o representante do Governo do Estado, José Megale, chefe da Casa Civil; o representante da Assembleia Legislativa, deputado Fernando Coimbra; e o presidente do Imetro do Amazonas, Márcio Brito, entre outros. (Secom)

 

 

 

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