Jatene assina ordem de serviço para início das obras do terminal hidroviário

De acordo com a Companhia de Portos e Hidrovias (CPH), em relação à movimentação de embarques e desembarques, o terminal deve atender em média entre 50 a 60 mil passageiros por mês. O terminal será instalado no bairro da Prainha, em área onde funcionou a antiga fábrica da Tecejuta. O terminal de cargas terá 5,6 mil metros quadrados de área para uso das empresas de transporte fluvial. A área para atracação terá capacidade para comportar até 17 embarcações ao mesmo tempo, de maneira organizada. A obra está orçada quase 60 milhões de reais e a previsão é a de que em agosto de 2019 esteja concluída.

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O governador Simão Jatene assina a OS para a construção do terminal hidroviário.

SANTARÉM – O governador Simão Jatene assinou ordem de serviço que autoriza o início imediato das obras do terminal hidroviário de cargas e passageiros do município de Santarém, oeste do Pará.

O ato foi realizado ontem, dia 10, em Santarém, e encerrou uma extensa agenda do governador pela região, com autorização também de obras e serviços nas cidades de Óbidos e Alenquer, e ainda no distrito balneário de Alter do Chão.

O terminal será instalado no bairro da Prainha, em área onde funcionou a antiga fábrica da Tecejuta.

De acordo com a Companhia de Portos e Hidrovias (CPH), em relação à movimentação de embarques e desembarques, o terminal deve atender em média entre 50 a 60 mil passageiros por mês. Suprirá a demanda de trabalhadores, donos de embarcações e da população que utiliza diariamente o modal hidroviário, que, atualmente, funciona em um espaço improvisado em frente à Praça Tiradentes, no bairro da Aldeia.

PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO A estrutura do terminal hidroviário congrega espaços para movimentação de cargas e passageiros. Terá 3,6 mil metros quadrados de área construída, além de sala de embarque e desembarque de passageiros, guichês para venda de passagens, guarda-volume, banheiros, fraldário, praça de alimentação com 404 lugares, área de espera com 801 lugares, além de espaço para órgãos públicos, como Conselho Tutelar, Sefa, Capitania Fluvial, Receita Federal e Polícia Militar, entre outros.

Na área de estacionamento serão 120 vagas para carros, 90 para motos e 60 para bicicletas. Contará, também, com ponto de táxi e paradas para ônibus e microônibus.

O terminal de cargas terá 5,6 mil metros quadrados de área para uso das empresas de transporte fluvial.

A parte naval terá um píer flutuante com 3.600 metros quadrados, oito fingers de atracação (4,00 x 15,00 metros), rampa metálica bi-articulada de 10 x 70 metros, para acesso ao flutuante e, passarela em concreto de 2.494 metros quadrados, com circulação separada entre passageiros e cargas. A área para atracação terá capacidade para comportar até 17 embarcações ao mesmo tempo, de maneira organizada.

CONCLUSÃO A obra está orçada quase 60 milhões de reais e a previsão é a de que em agosto de 2019 esteja concluída.

O recurso é fruto de contrato de financiamento firmado entre a Caixa Econômica Federal e o Governo do Estado, num pacote de mais R$ 80 milhões, que inclui a construção de outros seis terminais na região (Curuá, Almeirim, Prainha, Faro, Terra Santa e Santana do Tapará), todos com obras já iniciadas.

O prefeito de Santarém, Nélio Aguiar salientou que esta não será apenas, uma obra que irá organizar o setor portuário. “Vai, também, dinamizar nossa economia, desenvolver o turismo e estreitar os laços com os municípios vizinhos”, lembra.

Simão Jatene lembrou que o estado, com contas e pagamento da folha de servidores em dia, continua os investimentos, mesmo em um momento de incertezas no país.

“Os recursos de todas essas obras estão garantidos e neste momento eu faço duas referências. Primeiro um agradecimento ao povo do Pará, depois aos servidores do estado, porque sem dúvida alguma num momento de crise como esse que o país atravessou e agora começa a dar sinais de recuperação, garantir recursos para todas essas obras exigiu, sim, um esforço coletivo muito grande e eu sou grato a todos os paraenses que pagam impostos, porque esses recursos são sempre originários do bolso de cada um dos cidadãos paraenses. E são cidadãos de cada uma das regiões do Estado. Por isso, é importante fiscalizar e cuidar”, destacou o governador. (Com informações Agência Pará)

 

 

 

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