Fundo federal passa a financiar placas solares para geração de energia em residências

A aquisição de placas solares por pessoas físicas em áreas urbanas, agora, passa a ser possível com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). O uso de placas fotovoltaicas pode gerar economia de até 95% na conta de luz do consumidor. Hoje, o número de sistemas geradores instalados em residências, comércios e indústrias já chega a 16.311 unidades capazes de gerar 182 MW. O Governo Federal tem considerado os sistemas de produção de energia a partir de fontes renováveis de menor porte como estratégicos para a segurança energética do País a médio e longo prazos.

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O FNO agora vai financiar a compra de placas solares

BRASÍLIA – A aquisição de placas solares por pessoas físicas em áreas urbanas, agora, passa a ser possível com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), administrado pelo Ministério da Integração Nacional.

A medida foi aprovada na sexta, dia 1º, pelo Conselho Deliberativo (Condel) da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). Mais de R$ 5 bilhões estão programados para investimentos por meio do FNO em 2018, recursos que visam estimular atividades produtivas diversas em toda a região Norte. O aporte federal atende desde o pequeno agricultor familiar a grandes negócios.

A nova linha de financiamento para sistemas de micro e minigeração distribuída de energia elétrica, que poderão ser instalados em residências ou condomínios residenciais, terá aproximadamente R$ 120 milhões do FNO disponíveis para operações de crédito no próximo ano. E os interessados também vão dispor de condições facilitadas como taxas de juros mais baixas, maior prazo para pagamento e bônus de adimplência.

O uso de placas fotovoltaicas pode gerar economia de até 95% na conta de luz do consumidor. Hoje, o número de sistemas geradores instalados em residências, comércios e indústrias já chega a 16.311 unidades capazes de gerar 182 MW – o equivalente a uma hidrelétrica de médio porte -, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“O mais importante fundo de recursos para que empresas invistam em nossa região acaba de ganhar esta nova modalidade. É uma conquista de impacto social extraordinário, pois permitirá às pessoas a aquisição de uma placa solar para suas casas e, por consequência, a redução dos custos mensais com a conta de energia. A população hoje paga um preço exorbitante por uma energia de qualidade questionável. Agora o cidadão poderá ir até o Banco da Amazônia, conseguir um financiamento e resolver essa questão”, comemorou o ministro Helder Barbalho.

O Governo Federal tem considerado os sistemas de produção de energia a partir de fontes renováveis de menor porte como estratégicos para a segurança energética do País a médio e longo prazos. A Aneel, recentemente, projetou alcançar 886.700 micro e miniprodutores de energia até o ano 2024, sendo mais de 90% residenciais. (Ascom/MIN)

 

 

 

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