TJ mantém prisão de médico acusado de pedofilia e estupro

Os desembargadores do TJ (Tribunal de Justiça) do Pará que compõem a Seção de Direito Penal mantiveram a prisão do médico Álvaro Cardoso Magalhães, acusado de pedofilia e estupro de vulnerável, entre os quais um bebê de 3 meses e uma criança de 3 anos, em Santarém. Álvaro Magalhães, anos, está preso desde o dia 3 de julho deste ano no quartel do 3º Batalhão da Polícia Militar, com sede neste município da região oeste do Pará.

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O médico Álvaro Magalhães acusado de pedofilia e estupro está preso no quartel do 3° BPM

SANTARÉM – Os desembargadores do TJ (Tribunal de Justiça) do Pará que compõem a Seção de Direito Penal mantiveram a prisão do médico Álvaro Cardoso Magalhães, acusado de pedofilia e estupro de vulnerável, entre os quais um bebê de 3 meses e uma criança de 3 anos, em Santarém.

Em operação de busca e apreensão, equipamentos como netbook, tablet, celular dentre outros eletrônicos que armazenam mídias, foram apreendidos na casa do médico, onde se constatou o armazenamento e compartilhamento de imagens de várias crianças de forma obscena.

Álvaro Magalhães, anos, está preso desde o dia 3 de julho deste ano no quartel do 3º Batalhão da Polícia Militar, com sede em Santarém.

ENTENDA O CASO O médico Álvaro Cardoso Magalhães e duas mulheres foram presos pelos crimes de abuso sexual contra menores e serão indiciados pelos crimes de pedofilia e estupro de vulnerável.

Pelo menos duas crianças foram molestadas pelos três, e o mais chocante é que uma das crianças, um bebê do sexo feminino de apenas três meses de idade, é filho de uma das mulheres, identificada como Odete.

E a outra menina, que tem dois anos e oito meses, ficava aos cuidados da camareira identificada como Darliane. Neste caso, os pais desconheciam a prática envolvendo sua filha, mas também foram chamados à delegacia para prestar depoimentos e depois liberados.

Segundo declarações da delegada Adrienne Pessoa, que é responsável pela Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente da cidade, eles serão inquiridos pelo crime de pedofilia, por conta do armazenamento e compartilhamento das imagens dos abusos e também expondo de forma obscena as crianças.

E também responderão pelo crime de estupro de vulnerável contra as duas meninas citadas acima. Nos celulares dos acusados, a Polícia encontrou conversas sobre a prática dos crimes, e também imagens comprobatórias.

E as duas mulheres acabaram confessando em depoimento que ajudavam o médico no aliciamento e também nos abusos contra as menores. A delegada contou que o médico pedia que as mulheres tocassem nos órgãos genitais das meninas e as estimulassem sexualmente, e filmassem e enviassem as imagens para ele. Isso ficou comprovado através do material encontrado no celular de Darliane.

Já Odete, uma assistente administrativa, era mãe da pequena bebê de apenas três meses e sabia das práticas do médico e inclusive contou em depoimento que participava dos abusos, estimulando o órgão da menina e que em uma determinada ocasião, ela também se relacionava com o médico, e ele acabou ejaculando no rosto da criança e em seus seios, e que ela deu o seio com o sêmen para a bebê mamar. Todo esse abuso teria sua materialidade comprovada através de imagens que eles faziam durante o abuso.

Adrienne também contou que em uma das conversas o médico estava combinando que os cinco se encontrassem: ele, as duas mulheres e as duas crianças. A criança de 3 meses esta com a avó e a outra com os pais. (ParáNews)

 

 

 

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