Prefeitura perde autonomia sobre a cidade

A falta autonomia da gestão municipal, em determinadas áreas da cidade vem causando alguns transtornos aos cidadãos que nela habitam. Na área portuária e nos trechos da avenida Cuiabá que estão no perímetro urbano, a Prefeitura se nega a fazer obras e melhorias por não ter autoridade para tal. No trecho urbano da rodovia BR 163 (Santarém-Cuiabá), a Policia Rodoviária Federal, fiscaliza e proíbe estacionamento e a venda de bebida alcoólica, em prejuízo aos comerciantes que lá estão estabelecidos há muitos anos. É preciso buscar alternativas, até mesmo com a interferência de políticos para que o município tenha soluções para esses problemas.

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Marcílio Cunha: "É preciso encontrar solução para estes problemas"

SANTARÉM - O vereador Marcílio Cunha (PMN), alertou ontem, dia 9, na tribuna da Câmara Municipal, para a falta de autonomia da gestão municipal, em determinadas áreas da cidade e que isso vem causando transtornos aos cidadãos que nela habitam.

O vereador citou como exemplo na área portuária e nos trechos da avenida Cuiabá que estão no perímetro urbano. Segundo Cunha, recentemente em uma reunião para discutir a implantação de um píer na ampliação do Projeto Orla, foi exposto que o município não teria competência para gerir sobre essa questão portuária. Que segundo ele, a competência antes era da União e esta repassou ao Estado através das Docas do Pará.

Marcílio disse ainda que, as várias situações ligadas a rodovia BR 163 (Santarém-Cuiabá), área urbana, a Policia Rodoviária Federal, fiscaliza e proíbe estacionamento e a venda de bebida alcoólica nesse trecho, em prejuízo aos comerciantes que lá estão estabelecidos há muitos anos, “são problemas municipais difíceis de serem resolvidos pelos órgãos competentes”.

No trecho urbano da avenida Cuiabá, quem manda e desmanda é a PRF. A administração municipal assiste a tudo impassível

Ele citou ainda, junto com seus pares, de ter pedido a construção de uma passarela na rotatória da avenida Moaçara, no cruzamento com a BR-163, e atém mesmo a colocação de redutor de velocidade, para evitar acidentes, mas até hoje não foi possível fazer nada.

“O município respondeu que poderia fazer na Moaçara e não na Santarém-Cuiabá, por ser de competência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Assim não vamos resolver o problema, já que o fluxo maior de veículos é na rodovia”, observa.

Marcílio Cunha defende a interferência de deputados estaduais e federais, para que busquem soluções de transferências de competência da União e do Estado para o município, para que problemas como esses e outros sejam resolvidos. (Com informações da Ascom da Câmara Municipal)

 

 

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