Já que o mundo não acabou. É hora de salvar Alter do Chão!

Todo este processo de transformação, no entanto, esbarra em uma série de problemas que, se não forem solucionados urgentemente poderão colocar em risco toda a estrutura da vila de Alter do Chão, sua natureza, suas belezas e seus moradores.

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A joia natural mais rara da Amazônia, Alter do Chão, permanece ainda em estado bruto

A joia natural mais rara da Amazônia, Alter do Chão, permanece ainda em estado bruto, esperando lapidação para se tornar um tesouro ainda mais valioso e de maior interesse para todos aqueles que imaginam um dia desfrutar de sua inigualável beleza.

Todo este processo de transformação, no entanto, esbarra em uma série de problemas que, se não forem solucionados urgentemente poderão colocar em risco toda a estrutura da vila de Alter do Chão, sua natureza, suas belezas e seus moradores. Não podemos esquecer, no entanto, da ameaça que esta lapidação poderá ser conduzida por mãos que não saibam transformar todo o seu potencial, ainda bruto, num tesouro incalculável.

A partir desta edição, vamos discutir numa série de reportagens feitas pelos jornalistas Celivaldo Carneiro e Sara Waughan, os problemas, possíveis soluções e que caminho deverá ser tomado para oportunizar um futuro de esperança e dignidade para a vila e todos aqueles que lutam para fazer de Alter do Chão um lugar apaixonante e de muito orgulho.

 

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Um comentário para “Já que o mundo não acabou. É hora de salvar Alter do Chão!”

  1. zenilda Bentes disse:

    Caro Editor, antes de mais nada é importante procurar informaçoes nas instituiçoes: Funai e ministerio Publico Federal e o proprio Movimento Indigena Cita\Gci \ povo Borari e associaçao indigena borari, para falar da terra Indigena Borari.E fato consumado a propria origem do saire retrata que alter do Chao como sendo habitada pelo Povo Borari,. INfelismente empresarios, ongs e muitos estrangeiros vem ao longo dos anos cada vez mais se apropriando desse territorio.Uma coisa é certa quem mais vem perdendo nessa historia sao indigenas que em nome do desenvolvimento economico, vao sendo empurrados do centro para a periferia da vila, por conta da venda de terras que foram apropriadas por pessoas de posses ou compradas pelo mercado imobiliario
    que agora vem fatiando cada vez mais esse territorio. E saibam, se alter do chao ainda é um paraiso devemos ao povo borari que vem lutando a cerca de 10 anos pelo reconhecimento por parte do poder publico e fazendo o desenvolvimento sustentavel, pelos filhos d vila, catraieiros, barraqueiros entre outro empreendedores que ali residem.
    Assim, buscam-se caminhos e soluçoes a essa situaçao para que tudo se resolva sem prejuizo para os que ali residem
    .
    Nao falo aqui enquanto movimento, mas com ponto de vista de uma militante do movimento indigena.

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