Escola da Floresta vai ganhar borboletário

Uma equipe de profissionais da Escola da Floresta esteve em Belém, especificamente no Mangal das Garças, onde fez curso de capacitação com a finalidade de implantação de um borboletário na área onde o projeto é desenvolvido, no distrito de Alter do Chão.

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Várias espécies de borboletas visitam Alter do Chão

SANTARÉM – Uma equipe de profissionais da Escola da Floresta esteve em Belém, especificamente no Mangal das Garças, onde fez curso de capacitação com a finalidade de implantação de um borboletário na área onde o projeto é desenvolvido, no distrito de Alter do Chão.

A engenharia florestal Alessandra Gomes é uma das educadoras ambientais que participou da capacitação. “Queremos implantar o nosso borboletário e pra isso decidimos buscar o apoio do Mangal, que é uma referência nacional nesse campo da biologia. Ainda estamos na etapa de captação de recursos, mas toda e qualquer parceria será fundamental para o desenvolvimento do nosso trabalho”, explicou.

No Mangal a equipe recebeu conhecimentos sobre as formas adequadas de manejo de larvas, criação das espécies adultas, cultivo do horto, combate aos parasitas e outras questões técnicas.

Para a bióloga Evelane Oliveira a troca de experiências foi o mais importante. “Essa parceria que possibilitou a nossa capacitação foi fundamental, aqui trocamos experiências e conhecimentos, que sem dúvida serão muito importantes no futuro”, frisou.

SOLTURA A “Reserva José Marcio Ayres” é uma homenagem ao cientista paraense de mesmo nome. Assim é chamado o Borboletário do Mangal das Garças, um dos maiores da América Latina. A tela tipo sombrite utilizada na cobertura faz o controle natural da luz externa, e é dentro deste ambiente que as espécies olho de coruja (caligo illoneus), ponto de laranja (anteosmenippe), Júlia (dryas iulia) e brancão (ascia monusti) conseguem reproduzir ao longo do ano. (Secom)

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