ACES rende homenagem à mulheres

Este ano, serão homenageadas quatro mulheres: Vera Ilma Pereira, diretora administrativa do Sistema Tapajós de Comunicação (STC), no setor de comunicação; Cleonice Ponte de Aguiar, comerciante há 30 anos em Santarém, pelo setor empresarial; Fabricia Rocha Lima, sócia-proprietária do Barrudada Tropical Hotel, pelo turismo e hotelaria e Rachel Campos, da Associação Mulheres em Defesa da Vida, por ação social.

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Nossa homenagem a todas as nossas leitoras

SANTARÉM – A Associação Comercial e Empresarial de Santarém (Aces)  realiza neste sábado (8) um tradicional evento que rende homenagem às mulheres de destaque da região, como forma de honrar o trabalho, o esforço e a competência das trabalhadoras e empreendedoras santarenas.

Este ano, serão homenageadas quatro mulheres: Vera Ilma Pereira, diretora administrativa do Sistema Tapajós de Comunicação (STC), no setor de comunicação; Cleonice Ponte de Aguiar, comerciante há 30 anos em Santarém, pelo setor empresarial; Fabricia Rocha Lima, sócia-proprietária do Barrudada Tropical Hotel, pelo turismo e hotelaria e Rachel Campos, da Associação Mulheres em Defesa da Vida, por ação social.

O evento, que é organizado pelo Conselho da Mulher Empresária (CME), da Aces, ocorre neste Dia Internacional da Mulher, 8 de março, às 20h30, no Barrudada Tropical Hotel.

PROTAGONISMO Em nota distribuída pela Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, ela conclama a todas as mulheres a celebrar o Dia Internacional da Mulher, comemorado neste 8 de março. “Vamos celebrar o nosso protagonismo na rua, em casa, no trabalho ou onde estivermos. Somos fortes, guerreiras e temos muito a comemorar”, enfatiza.

Ministra Eleonora Menicucci

A presença da mulher no mercado de trabalho supera as expectativas: dos 4,5 milhões de empregos com carteira assinada, gerados no governo da presidenta Dilma, 2,3 milhões foram ocupados pelo sexo feminino.

Elas estão em profissões até então consideradas masculinas, como pedreiras, azulejistas, mecânicas, entre outras. “Temos muito a comemorar também com a redução de mais de 50% da mortalidade materna, conquistada nos últimos 20 anos. Para combater a violência contra a mulher, seja doméstica ou sexual, o Governo Federal lançou o Mulher, Viver sem Violência, um programa que integra – por meio da Casa da Mulher Brasileira, além de ônibus e barcos – os serviços de atendimento na cidade, no campo, na floresta e nas águas”, ressalta.

Na política ainda temos muito a conquistar: nessa área, o protagonismo feminino é muito desproporcional ao exercido em todas as outras. E não se esqueça: o Ligue 180 recebe denúncias de violência contra as mulheres 24 horas por dia. Denuncie, não compactue com nenhuma forma de violência contra as mulheres. Há uma longa estrada para percorrermos, mas tenho certeza de que faremos diferença também na política.

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